domingo, 23 de novembro de 2014

Graça Salgueiro explica como funciona a atuação do Foro de São Paulo.



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Um comentário:

  1. Falta para mim a Graça Sagueiro uma visão mais geral geopolítica, podendo parecer conspiradora e que vai contra o politicamente correto, ela é ainda muito ingênua e tem medo de ferir, um pouco, o politicamente correto, na minha opinião. Ela afirma que inicialmente a ONU era uma organização boa e plausível e que mais tarde é que se foi adulterando. Não concordo de maneira nenhuma. Reparem todos as independências dos países incentivadas pela a ONU, tiveram um único princípio: a contiguidade geográfica.

    Há uma regra muito simples, que as pessoas podem seguir, e que eu vi até hoje ser infalível. Toda a instituição que tem o axioma da contiguidade geográfica como a ONU, Foro de São Paulo e União Europeia são más e têm a mesma raiz: provocar esquecimentos dos compromisso jurídicos, direitos anteriores, histórias, afetos e línguas e começar tudo do zero baseado na proximidade geográfica. É no fundo um ato revolucionário supremo, tendo a porta aberta para fazer o que se quiser.

    Depois desse passo, o passo seguinte é destruir os axiomas morais vigentes para poder partir do zero em tudo...

    Vê-se claramente o intuito de destruir o passado para poder começar algo novo completamente independente dele. Como toda a revelação é passado, isso passa necessariamente pelo ateísmo ou pelo menos deísmo.

    Tão simples, e as pessoas teimam em não ver, apesar de isso vir acontecendo passo a passo revelando-se cada vez mais.

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